Rede de Aldeias Globais
Fri, Feb 19 2010 01:33
| Aldeias Globais
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Escolhida a localidade, o conceito materializa-se na recuperação de um edifício com valor patrimonial com alguma carga simbólica na historia daquela comunidade (posto fronteiriço, cadeia, casa de magistrados, lagar, etc...).
A refuncionalização de um espaço a partir do qual se difunde a energia da dinâmica do projecto: núcleo de criatividade e base de trabalho dos actores da economia digital. Este espaço ganha especial relevância na medida em que constitui o espaço de co-working, portal físico para o mundo global.
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Economia: Inventem-se Novos Sabores
Fri, Sep 25 2009 08:50
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A gastronomia de ontem não é igual à actual.
É consensual que a sociedade procura novos ingredientes com o fim de reduzir a massa gorda dos seus sistemas.
As saladas vieram para ficar, no momento em que sabemos que nos previnem diversas doenças e permitem-nos ser mais saudaveis, logo mais resistentes a epidemias futuras.
Tempos houve que a gordura era formosura e um bebé gordinho era sinónimo de saúde e não de obesidade futura, como o tempo veio demonstrar.
Hoje vivemos uma economia mais leve. As empresas portuguesas de base tecnológica têm ganho competitividade a nível global e a “industria do conhecimento” relativizou o Calcanhar de Aquiles de um território periférico.
Existem muitas centenas de weak signals sobre potenciais produtos portugueses em mercados externos que serão certamente bem mais importantes de avaliar que os dados históricos da economia em que os produtos transformados teimavam em não passar fronteiras.
É consensual que a sociedade procura novos ingredientes com o fim de reduzir a massa gorda dos seus sistemas.
As saladas vieram para ficar, no momento em que sabemos que nos previnem diversas doenças e permitem-nos ser mais saudaveis, logo mais resistentes a epidemias futuras.
Tempos houve que a gordura era formosura e um bebé gordinho era sinónimo de saúde e não de obesidade futura, como o tempo veio demonstrar.
Hoje vivemos uma economia mais leve. As empresas portuguesas de base tecnológica têm ganho competitividade a nível global e a “industria do conhecimento” relativizou o Calcanhar de Aquiles de um território periférico.
Existem muitas centenas de weak signals sobre potenciais produtos portugueses em mercados externos que serão certamente bem mais importantes de avaliar que os dados históricos da economia em que os produtos transformados teimavam em não passar fronteiras.
Economia DNS
Thu, Aug 27 2009 06:30
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Já lhe chamaram "Nova Economia" e os economistas não gostaram!
Concordemos que dizia muito pouco sobre esta era da "revolução digital".
A actividade económica corre hoje em bits. Os serviços desmaterializaram-se e cada um de nós contribui directamente para essa massa informativa.
O contacto passou a operar-se por mail, e isso possibilita a participação a partir do ponto que mais nos convier.
A substituição dos Edifícios-Sede em endereços WEB veio decompor e desmaterializar as organizações.
Nenhum de nós saberá localizar geograficamente o Plano Tecnológico, a Nespresso ou a Brother mas o endereço web ocorre-nos instantaneamente se delas necessitarmos.
Este processo traz uma renovada competitividade aos territórios que reúnem melhores condições de vida, permitindo a estes um reposicionamento estratégico para a angariação de empreendedores e de recursos humanos qualificados.
O projecto Novos Povoadores responde a esta oportunidade.
A Hora do Software Territorial
Sun, Aug 9 2009 08:28
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A Europa Comunitária realizou nos últimos 20 anos elevados investimentos em Hardware Territorial - Hospitais; infra-estruturas de transporte; Universidades; Equipamentos Desportivos e Culturais - com o objectivo de apetrechar esses territórios de boas condições de vida para as suas populações.
Mas para que esses equipamentos façam sentido é necessário que existam pessoas que os habitem, que utilizem esses equipamentos e que os mesmos sejam explorados para o desenvolvimento das suas actividades profissionais valorizando a cadeia de valor em que participam.
E isso nem sempre acontece, apenas e só, porque não existem actividades económicas que sejam capazes de os dinamizar.
Para que serve então um pavilhão multiusos sem eventos? Ou um núcleo empresarial sem empresas? Ou mesmo uma estrada sem carros?
E este é o momento em que nos encontramos em muitas regiões europeias: Capacitá-mo-las com esse Hardware Territorial mas ainda não desenvolvemos o Software Territorial que permita a essas regiões de criarem valor, emprego, em suma, de criarem vida!
Mas para que esses equipamentos façam sentido é necessário que existam pessoas que os habitem, que utilizem esses equipamentos e que os mesmos sejam explorados para o desenvolvimento das suas actividades profissionais valorizando a cadeia de valor em que participam.
E isso nem sempre acontece, apenas e só, porque não existem actividades económicas que sejam capazes de os dinamizar.
Para que serve então um pavilhão multiusos sem eventos? Ou um núcleo empresarial sem empresas? Ou mesmo uma estrada sem carros?
E este é o momento em que nos encontramos em muitas regiões europeias: Capacitá-mo-las com esse Hardware Territorial mas ainda não desenvolvemos o Software Territorial que permita a essas regiões de criarem valor, emprego, em suma, de criarem vida!
Empreendedorismo: O software territorial
Vou poupar o leitor às estatísticas que demonstram que a distribuição de riqueza depende muito mais do empreendedorismo do que do emprego.
E faz sentido. A economia tem riscos e oportunidades e são os empreendedores que têm a capacidade de os absorver, isto é, de serem actores da economia em que operam.
Este é um ano em que o poder local vai a votos. Na fase do hardware territorial, os mandatos foram avaliados pela capacidade dos autarcas em fazer OBRA: Pavilhões Polidesportivos; Piscinas Olímpicas; Centros Culturais; Autoestradas na sua área de influência.
Este modelo chegou ao fim por estar concluído. Já não falta hardware a este fantástico país.
Hoje precisamos de software que explore este território que construímos: Ideias, Criatividade; Empreendedorismo.
É a recombinação de saberes que promove produtos capazes de entrar no mercado global. E não é difícil enumerar mais de 1000 produtos nacionais - que são concebidos em terras cujos nomes muitos portugueses desconhecem - que têm mercados em raios de muitos milhares de quilómetros.
Dito isto, que julgo consensual, passo à fase das consequências.
Estarão os autarcas portugueses preparados para avaliarem os seus mandatos em função do nr. de empreendedores que foram capazes de gerar nos seus territórios?
Por outras palavras: Estarão os autarcas portugueses capazes de promover software territorial para o hardware que já conquistaram?
E faz sentido. A economia tem riscos e oportunidades e são os empreendedores que têm a capacidade de os absorver, isto é, de serem actores da economia em que operam.
Este é um ano em que o poder local vai a votos. Na fase do hardware territorial, os mandatos foram avaliados pela capacidade dos autarcas em fazer OBRA: Pavilhões Polidesportivos; Piscinas Olímpicas; Centros Culturais; Autoestradas na sua área de influência.
Este modelo chegou ao fim por estar concluído. Já não falta hardware a este fantástico país.
Hoje precisamos de software que explore este território que construímos: Ideias, Criatividade; Empreendedorismo.
É a recombinação de saberes que promove produtos capazes de entrar no mercado global. E não é difícil enumerar mais de 1000 produtos nacionais - que são concebidos em terras cujos nomes muitos portugueses desconhecem - que têm mercados em raios de muitos milhares de quilómetros.
Dito isto, que julgo consensual, passo à fase das consequências.
Estarão os autarcas portugueses preparados para avaliarem os seus mandatos em função do nr. de empreendedores que foram capazes de gerar nos seus territórios?
Por outras palavras: Estarão os autarcas portugueses capazes de promover software territorial para o hardware que já conquistaram?
Estratégia para tempos de crise
Todos os dias somos confrontados com o encerramento de mais fábricas.
São TRABALHADORES MANUAIS que dificilmente reencontrarão lugar nesta economia do conhecimento.
Também sabemos que para além da grave crise que provoca nas economias das famílias envolvidas, o factor emocional tem um impacto igualmente pesado: Perdem o convívio com os colegas que durante várias décadas alicerçaram mutuamente.
Por outro lado, AS EMPRESAS E AS ORGANIZAÇÕES NACIONAIS desperdiçam tempo e energia à procura de documentos e processos que “nadam” no meio do oceano que são muitas vezes os seus ARQUIVOS.
Porque não transformar essas equipas de têxteis e calçado que chegam ao fim do seu ciclo de competitividade em operadores de digitalização de documentos para os organismos públicos, num programa ocupacional?
Será que esses trabalhadores não ganharão uma nova e promissora actividade profissional?
Será difícil encontrar arquivistas e documentalistas para coordenarem localmente esses processos?
Será que essas organizações beneficiárias não prestarão com isso um melhor serviço à comunidade optimizando com esta iniciativa os seus recursos humanos?
São TRABALHADORES MANUAIS que dificilmente reencontrarão lugar nesta economia do conhecimento.
Também sabemos que para além da grave crise que provoca nas economias das famílias envolvidas, o factor emocional tem um impacto igualmente pesado: Perdem o convívio com os colegas que durante várias décadas alicerçaram mutuamente.
Por outro lado, AS EMPRESAS E AS ORGANIZAÇÕES NACIONAIS desperdiçam tempo e energia à procura de documentos e processos que “nadam” no meio do oceano que são muitas vezes os seus ARQUIVOS.
Porque não transformar essas equipas de têxteis e calçado que chegam ao fim do seu ciclo de competitividade em operadores de digitalização de documentos para os organismos públicos, num programa ocupacional?
Será que esses trabalhadores não ganharão uma nova e promissora actividade profissional?
Será difícil encontrar arquivistas e documentalistas para coordenarem localmente esses processos?
Será que essas organizações beneficiárias não prestarão com isso um melhor serviço à comunidade optimizando com esta iniciativa os seus recursos humanos?
Bridging the Broadband Gap
Europe's less-developed regions, rural and remote areas have so much to gain from the Information Society.
Broadband is the backbone of the knowledge society, providing access to advanced public services and richer multimedia content for entertainment, training and work. With broadband connections, new forms of business innovation can transform the lives of individuals, increase social cohesion and contribute to economic growth. But the communities whose economies are most likely to benefit from broadband are currently the worst placed to profit from the Information Society due to lack of connectivity and socio-economic factors.
The EU is determined to bridge the broadband gap, mobilising all relevant policy instruments, programmes and stakeholders - hence the high-level endorsement from European Commissioners in four relevant fields.
Over the two days the conference was attended by about 780 people, including expert speakers and exhibitors who explored how the strategic use of ICTs can support regional and local development and infrastructure, overcome geographical obstacles, and make these areas more attractive to business and individuals alike. The conference conclusions found widespread consensus among the conference participants. and identified key areas for action by the different stakeholders.
more information in http://ec.europa.eu/information_society/
Broadband is the backbone of the knowledge society, providing access to advanced public services and richer multimedia content for entertainment, training and work. With broadband connections, new forms of business innovation can transform the lives of individuals, increase social cohesion and contribute to economic growth. But the communities whose economies are most likely to benefit from broadband are currently the worst placed to profit from the Information Society due to lack of connectivity and socio-economic factors.
The EU is determined to bridge the broadband gap, mobilising all relevant policy instruments, programmes and stakeholders - hence the high-level endorsement from European Commissioners in four relevant fields.
Over the two days the conference was attended by about 780 people, including expert speakers and exhibitors who explored how the strategic use of ICTs can support regional and local development and infrastructure, overcome geographical obstacles, and make these areas more attractive to business and individuals alike. The conference conclusions found widespread consensus among the conference participants. and identified key areas for action by the different stakeholders.
more information in http://ec.europa.eu/information_society/
European Award for Innovative Regions And the Winners are: Aragón (E), Vorarlberg and Steiermark (A)
The Autonomous Region of Friuli Venezia Giulia-I and the Assembly of European Regions (AER) have issued the 1st European Award for Innovative Regions. This Prize aims at honouring European Regional Authorities’ actions, which have stimulated, fostered and implemented innovation in their territory. Its goal is to promote best practices, as well as to demonstrate how regions can contribute to regional economic welfare.
The 2007 Winners of this competition are the Spanish Region of Aragón with the project 'Innov100: starting Innovation activities in 100 companies', and two Austrian Länder, Vorarlberg with its ' Office for future related issues' project and Steiermark with the 'Regional Internationalisation Strategy' project.
A total of 18 regions handed in their applications, among them 11 applied from Western Europe, 7 from Eastern European countries within and outside the European Union. The topics covered a wide range of activities, from promoting the entrepreneurial spirit to internet projects and the setting up of new structures to foster innovation.
Riccardo Illy, President of Friuli Venezia Giulia and President of the AER, together with Tommaso Padoa-Schioppa, the Italian Minister for Economics and Finances, will officially grant the European Award for Innovative Regions to the three winners in the framework of the international fair on creativity, knowledge and ideas “InnovAction” starting on Thursday, February 15th in Udine-I.
The international Jury was composed by the Secretary General of the AER, Klaus Klipp, Isaac Getz, Professor for Innovation Management at the European School of Management in Paris as well as of Professor Peter Heydebreck, founding partner and Managing Director of the innogroup AG in Karlsruhe. The full list of the projects can be emailed on request s.vonhayek@a-e-r.org The Assembly of European Regions-AER (www.a-e-r.org) is the political organisation of Regions in Europe and their spokesperson at European and international level. Its vocation is to defend the Regions' interests In the political process and develop interregional cooperation. AER brings together 250 Regions from 32 European Countries and 14 interregional organisations.
The international Jury was composed by the Secretary General of the AER, Klaus Klipp, Isaac Getz, Professor for Innovation Management at the European School of Management in Paris as well as of Professor Peter Heydebreck, founding partner and Managing Director of the innogroup AG in Karlsruhe. The full list of the projects can be emailed on request s.vonhayek@a-e-r.org The Assembly of European Regions-AER (www.a-e-r.org) is the political organisation of Regions in Europe and their spokesperson at European and international level. Its vocation is to defend the Regions' interests In the political process and develop interregional cooperation. AER brings together 250 Regions from 32 European Countries and 14 interregional organisations.

